Onde a poesia tem cheiro de café...

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

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Avistei de longe uma flor agonizando.
As águas da solidão havia devastado suas pétalas.
Resolvi regá-la com uma canção,
Mas ela não resistiu...
E assim morreu (en) cantada.


Adriano Alves

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