Onde a poesia tem cheiro de café...

segunda-feira, 4 de maio de 2015

ATÉ BREVE...

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Flores sobre o corpo, velas e coroas ao redor.
A luz das velas brilhavam triste.
Coroas com dizeres sobre a cabeça da rainha sem coroa.
Coroas lúgubres em lugar errado, ela que deveria está coroada de vida sem morte.
No silêncio da morte ela ainda expressava um lamento e uma esperança: "Não pude resistir, meu filho, desejei ver-te uma vez mais, não deu! 

Até breve!".

Adriano Alves

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