Onde a poesia tem cheiro de café...

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Aqui jaz...

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Naquele dia as flores ficaram nuas: perderam o perfume e a saia feita de pétalas.
Naquele dia a morte colocou um esparadrapo nos lábios da vida.
Aquele dia se repete dia após dia - desnudando a "prima-vera", calando o "João-de-barro".

Adriano Alves

In Memoriam:
Nair dos Santos (minha deusa - minha mãe)
Elias Alencar Alves (amigo do peito, irmão camarada)

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